A pré-candidata a deputada estadual, tenente-coronel Viviane Vieira, celebrou o resultado da pesquisa de intenção de voto divulgada pelo Instituto Índice, que a coloca na 26ª posição entre as 36 vagas para a Assembleia Legislativa da Paraíba.
Ao comentar o levantamento, Viviane afirmou que recebe o resultado “com muita humildade” e destacou que o desempenho fortalece sua responsabilidade de continuar dialogando com a população e apresentando propostas para o estado.
“Recebo com muita humildade o resultado da pesquisa. Isso aumenta ainda mais a minha responsabilidade de seguir ouvindo as pessoas, apresentando propostas e trabalhando por uma Paraíba mais segura”, declarou.
A pré-candidata também agradeceu o apoio recebido e reforçou o compromisso com a caminhada política. “Muito obrigado a cada pessoa que acredita no nosso trabalho. Seguimos em frente, com os pés no chão e a missão no coração”, afirmou.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Índice, em parceria com a MRTV e o Blog do Márcio Rangel, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº PB-04722/2026.
OPINIÃO DO SITE PODER PB: Com perfil de direita, Viviane entra na disputa para ser vice de Lucas pelo PSB
A tenente-coronel Viviane Vieira se colocou à disposição para ser vice do governador Lucas Ribeiro e afirmou que seu nome foi indicado pelo ex-governador João Azevêdo. O movimento, porém, pode representar mais um problema do que uma solução para a chapa governista.
Lucas já enfrenta dificuldades para convencer setores da esquerda e o eleitorado de Lula de que seu projeto não representa uma guinada à direita. É cobrado constantemente a defender o presidente, as bandeiras progressistas e a identidade política da esquerda.
Nesse cenário, colocar na vice uma policial de perfil conservador, com discurso voltado à autoridade, à segurança pública e a valores identificados com a direita, aprofundaria ainda mais essa desconfiança.
Em vez de equilibrar a chapa, Viviane poderia reforçar justamente a imagem que Lucas tenta afastar. O PSB teria dificuldade para explicar ao seu eleitorado por que uma candidata com comunicação e perfil tão distantes da esquerda foi escolhida para representar o partido na chapa majoritária.
A indicação poderia ainda abrir espaço para cobranças internas, desgaste com militantes e perda de identidade política. Para uma chapa que precisa manter unido o campo governista e conquistar o voto lulista, a escolha de Viviane parece muito mais um risco do que uma vantagem.
FontePB









