
Na tarde desta quarta-feira (09), a mulher que teve 50% do corpo queimado após uma explosão em seu fogão a gás, enquanto ela tentava acendê-lo com álcool, morreu, no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde estava internada desde o dia 28 de julho.
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No dia do fato, a mulher, que estava grávida de 6 meses, cozinhava na companhia de sua filha de 15 anos, quando o gás de cozinha acabou e ela teve a ideia de colocar álcool para tentar reacender as bocas de fogão e terminar seu almoço no entanto, a atitude acabou provocando uma explosão.
A mulher teve 50% do corpo queimado e inalou muita fumaça, o que a fez progredir para uma pneumonia clínica, enquanto a filha adolescente teve 10% do corpo queimado, ficou internada e, felizmente, teve alta dias depois. A grávida foi socorrida para o Trauma de Campina, onde permaneceu sedada até ontem, quando veio a óbito.
Pelo grande risco de vida que corria seu bebê, os profissionais de saúde da unidade precisaram realizar uma cesariana para tentar salvá-lo porém, ele não resistiu e morreu. Ela apresentava melhoras há alguns dias no entanto, ontem seu estado de saúde se agravou e a pressão baixou muito. Ela morreu sem saber que havia dado a luz e que seu bebê não havia resistido.







